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terça-feira, 8 de março de 2011

viagem para Porto de Galinhas e Fernando de Noronha

Preparação incial, como ir? por conta ou pacote. Primeiro pesquisei pacotes. Com a tradicional CVC são 7 noites, sendo 3 em Noronha em  3 em Porto de Galinhas e uma em Recife. Preço na faixa de R$ 2500,00 por pessoa, além do stress da viagem, em uma semana são três check in e check out, fora avião ... já cansei. Resolvi ver por conta. Verifiquei com a Tam, saiu R$ 1248,00 ida e volta. Procurrei a Trip e saiu R$ 1802,00  também ida e volta para 2 pessoas já incluidas as taxas de embarque. Entrei no Booking.com e arrumei uma pousada bem simpática para 4 noites em porto de galinhas que sai por 600,00 incluídas as taxas. Mais um pouco pesquisei e encontrei o site da Noronha tour e acabei reservando a pousada da Michele em Fernando de Noronha por mais quatro noites - e saiu R$ 872,00. Tentei fazer a reserva diretamente nas pousadas mas não tive sorte e não senti confiança. Resumindo. Ficaremos 8 dias - mas somente com 2 cidades pelo valor de R$ 4578,00 os dois e resolvemos rerservar um carro por 4 dias para nosso transporte e passeio entre Recife e Porto de Galinhas, que saiu por 375,00. Total: R$ 4953,00, pela liberdade de escolha e 1 noite a mais e um carro alugado. Agora é só arrumar as malas que estamos a caminho.
Chegando em Recife, a primeira surpresa, ninguém nos esperando da locadora "brasil rent a car". Tivemos um atraso de 40 minutos, procuramos outro carro, alugamos da Locar Auto pelo mesmo valor um Gol 2009-10 completo, em médio estado de conservação. Bora pra Porto de Galinhas ....
No Nordeste, verão, anoitece cedo, 18h30 já era noite e estávamos no começo do caminho. Após algumas perguntinhas, chegamos na pousada Aconchego do Porto - razoável. Já saímos e para relaxar resolvemos tomar uma caiprinha de cajá, mas lá só trabalham com polpa de fruta, lidar com a fruta dá muito trabalho .... e a cerveja foi bem meia boca, também deve dar trabalho fazê-las gelar ...
Decidimos retornar a praia dos carneiros, litoral sul de pernanbuco, quase Alagoas. Já tínhamos ido a esse paraíso 12 anos atrás e nos apaixonamos. Quisemos voltar ao mesmo bar "estilo bali" que conhecemos, o Bora Bora. Após um certo tempo achamos o Bar, na entrada do estacionamento, uma tarifa de R$ 50,00 por carro, transformada em consumação. Estava bem cheio. Era uma 2a. feira e na baixa temporada, imagino como é num fim de semana alta temporada. Agora mudo o sentido, é Bora Bora de lá. Comida ruim, feita com preguiça e cerveja quente. O paraíso é o mesmo, mas é melhor levar sua própria água, geladerinha de isopor e uns salgadinhos ...

Fim de tarde, retornamos para Porto de Galinhas. No dia seguinte decidimos ficar próximos da pousada e caminhamos pela praia até chegar nas piscinas naturais, mas a maré estava cheia e não pudemos ver. Praia cheia. Fim de tarde fomos ao centrinho e está bem arrumadinho por lá. Um calçadão com lojinhas e restaurantes. Bom passeio.
Dia seguinte fomos para Maragogi, pois pretendíamos ver o passeio de galés para vermos as piscinas naturais, mas infelizmente também não pudemos, a mudança para a lua cheia seria 3 dias depois, mas, a partir do dia seguinte já haveria passeio, uma pena, mas valeu ver aquela cor de mar, maravilhosa.




Dia 16, saímos cedo e fomos direto para o aeroporto e pegamos avião rumo a Fernando de Noronha. Desta vez o avião é maior, fomos pela Trip, 68 lugares. Chegando em Noronha, de cara, pagamos R$ 40,40 por noite - preenchemos um cartão contendo os dados da pousada, tempo de permanência e tem que ser entregue na saída, para garantir que você não ficou mais! Já havíamos pago a Pousada com o traslado. Uma fria, pois eles enchem as Vans,  e esperam outro vôo que vem na sequencia, então seu tempo de espera fica quase uma hora. Mais fácil pagar um Taxi que custa R$ 17.00 e demora 5 minutos para chegar no destino - A ilha tem 7 km de comprimento e a parte mais larga não chega a 3km.
A pousada é simples. Quarto com ar condicionado, frigobar e TV tela plana, mas falta lugar para colocar as coisas. Banheiro? piada, minúsculo. A responsável pela pousada, era simpática, até vender os passeios. Primeira sugestão: praia do Atalaia, R$ 35,00 por pessoa. Só pode ir com um guia. São trinta minutos de caminhada em trilha tranquila, mas o calor de lá é muito forte. Descemos às 8h30 e quando voltamos eram 10h, mas parecia 13h. A praia é de corais, é um aquário natural, com 80cm. de profundidade, que só se pode flutuar. Para primeiro dia, tudo bem, mas dispensável.


Na parte da tarde já havíamos agendado nosso mergulho com cilindro. Saímos às 13h30 pegamos o barco e formos ao nosso mergulho. As instruções são simples, basicamente a equalização e como solucionar problemas, sempre lembrando que é um instutor para cada um. Nosso tempo aproximado de mergulho foi de 25 minutos. Muito lindo, vale a pena. Descemos uns 12 metros. Valeu!
O mergulho é lindo. Passa muito rápido. Pela manhã, quando fomos para a praia da Atalais, alugamos uma máquina fotográfica sub aquática por R$ 50,00, para passar o dia e à noite eles pegaram na pousada e entregaram um cd com todas as fotos feitas por nós mais algumas deles, todas do mar.



Dia 18, resolvemos refazer o passeio para a bahia dos golfinhos

sábado, 5 de junho de 2010

Mangue seco

Ficando em Imbassai decidimos ir a mangue seco, pelo mapa são 135 km, mas na verdade são uns 20 a mais, pois o acesso é por Sergipe -pegamos a informação no ultimo boteco da Bahia. Percorremos uns 12 km de estrada até o acesso para pontal - placas indicando Balsas, depois percorrer mais uns 8 km até a balsa do pontal, onde existe um estacionamento de uma pousada que cobra R$ 5.00 por dia. A travessia do rio é feita por barco que cobra R$ 70,00 ida e volta, o máximo são 5 passageiros, mas como só estávamos nós, não tínhamos como dividir. Marcamos o horário de volta e o barqueiro nos pegou no horário marcado. Chegando em mangue seco, já tinha um bugueiro nos esperando, ele nos levou para um passeio pelas dunas inclusive o local da gravação da tieta, depois nos levou até a praia e marcamos o horário para ele nos deixar no barco.




segunda-feira, 31 de maio de 2010

viagem para arraial - trancoso e caraíva

Saímos de Cumbica e chegamos em Porto Seguro às 7h15 do dia 11 de maio. de 2008 Fomos direto para Arraial, Pousada Erva Doce, bem charmosa, com quarto amplo, sacadinha com rede. Tudo de bom!!!
Alugamos um carro na Ioiô car, pegamos um pálio básico e pagamos R$ 50,00 a diária com km. livre. Valeu a pena, porque ficamos livres para fazer o que queríamos e no nosso tempo. Fomos conhecer as praias. Caminhamos desde a Mucugê, passando por Pitinga, até chegar à Lagoa azul, que só sobrou um lamaçal. São 6 km ida e volta, mas com o tempo maravilhoso, foi uma caminhada super tranquila.


Fim de tarde fomos passear pelo Centro histórico de Arraial até a igrejinha ... com um visual lindo de fim de tarde. Essa é a parte mais "fuleira", seguindo pela praça e Caminho da praia vai se transformando na "Búzios Bahiana" e os preços também vão aumentando ...

Noite: jantar no Manguti: o nhoque é bem famoso (razoável), mas o arroz com feijão deles é bem mais saboroso. Esse restaurante fica no Caminho da praia, e é o divisor de "preços" qto mais pra frente, mas Buzios fica.
Seguimos para Trancoso: conhecemos o quadrado, a igreja, as construções com as casinhas coloridas e logicamente a vista para as praias. Ficamos um pouco por lá e depois seguimos para a praia do espelho.

O interesse do local é elitizar. Logo que chegamos fomos abordados pelo funcionário do "estacionamento" e logo foi cobrando R$ 10,00. Se parássemos o carro 50 m pra frente, não pagaríamos nada, entretanto ele não poderia garantir que não haveriam danos no carro ... pode?

Não vimos nada estonteante porque o mar estava agitado e mexido demais e lua também não ajudou. A dica é ir sempre na lua cheia ou nova, porque tanto a crescente quanto a minguante são chamadas de "maré morta". Quando a lua é nova ou cheia, a maré é alta e baixa - seguindo os extremos, então nessas praias protegidas por recifes, formam piscinas naturais, com mar bastante calmo, podendo caminhar vários kilômetros pelas praias, sem pegar tanta areia fofa, como foi nosso caso. As barracas são lindas, com um toque balinês. Mas são caríssimas. Uma porçao de isca de peixe pediram R$ 50,00, uma água R$ 4,00, cerveja long neck R$ 5,00.
A Barraca do Bahiano, que também é pousada e restaurante é linda e com um preço um pouquinho melhor.



No terceiro dia fomos à Caraíva. O passeio é demais! São 70 km de Arraial, que é mais fácil ser percorrido pelo asfalto. Chegamos na beira do rio, estacionamos o carro (pagamos 5,00 a diária) e atavessamos o rio de canoa (r$ 6,00 - ida e volta). Descemos na margem esquerda do rio Caraíva- do mesmo lado que pegamos, mas bem próximo à praia, Lá começamos nossa caminhada até o boteco do Satu - logo em seguida tem uma lagoa maravilhosa. Um lugar deslumbrante!!! São 6km ida e volta ... vale a pen. Uma belíssima caminhada. Na verdade, Caraíva propriamente dita só tem praias ao sul, depois do rio. O bar da praia é bem legal. O artesanato tapaxó é vendido ali, mas os preços .... eles chutam qualquer coisa, se colar colou.

Depois de tanta caminhada, no quarto dia resolvemos ir à Porto Seguro. A travessia da balsa na ida só cobra o carro (9,50) na volta o carro + 1 passageiro. Fomos visitar a cidade histórica, que está bem bonitinha e restaurada. Entretanto, se for de carro e não quiser pagar R$ 10,00 por pessoa para estacionar e guia para das as explicações decoradas, estacione-o na parte de baixo, próximo à praia e caminhe. Suba a escadaria e pronto. Nada a pagar, além de fazer um exercício que é sempre bom.


Percorrendo a orla, avistamos as mega barracas, inclusive a toa toa que é da CVC. Pra quem gosta de muvuca em praia é um prato cheio, preferimos algo mais discreto.







Já que estávamos lá, resolvemos repetir o passeio que mais gostamos. Caraíva. Fomos direto para o lado direito dessa vez. Fomos pra praia fazer caminhada. uns 2 km do começo da praia formam essas piscinas naturais. A parte melhor do mar - quando ele está muito agitado, que era o caso, pois as pedras seguram as ondas, fazendo uma pequena cachoeira nas pedras e amenizando a força das ondas.

Fim de tarde passamos numa pousada que fica na saída do estacionamento lado esquerdo. É um bar pousada que tem uma vista lindíssima, então vamos colocá-la aqui também:


No 5º dia fomos conhecer as praias de trancoso. Lá também tem esquema de cobrar R$ 10,00 para estacionar na praia, entretanto, basta não ficar um pouco mais afastado - praia do Rio verde - estacionamos no bar pé na praia. Lá deixamos nossas coisas e fomos caminhar... passamos pela praia dos coqueiros e dos nativos ... a caminhada ficou um pouco cansativa, por conta do desnível da areia, visto que a lua estava crescente e a maré fica alta.



Decidimos voltar à Trancoso. Começamos pela praia de Taípe, mas ao chegarmos encontramos um ônibus da CVC, muita gente junta, tudo conversando com o guia. Guia na praia? explicando o que?
Caminhamos um pouco pela paradisíaca praia (ufa ... saímos da turistada com guia) mas diante do que vimos decidimos voltar à praia do Rio verde, para nossa despedida.

Re tornamos à pousada e após devolvermos nosso fiel companheiro ... o pálio vermelho ...
que colaborou com os 725 km percorridos em 7 dias, voltamos à nossa "erva doce" e para relaxarmos, passamos no charmosíssimo espaço zen:



À noite fizemos nosso últimos passeio por Arraial: Tomamos nosso "capeta" de despedida e jantamos no Girassol - um lugar muito bonito, com música, poltronas, sofás, cadeiras espreguiçadeiras, tudo muito rústico e muito bom gosto.





 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Visconde de Mauá

Essas vilas de Visconde de Mauá, Maringá e Maromba, ficam na divisa de Minas Gerais e Rio de Janeiro, próximo a Resende. Na realidade são três municípios: Bocaina de Minas, Rezende e Itatiaia. Mauá, como é chamada, foi reduto dos "bicho grilo" dos anos 70 e 80. Restam poucos, basicamente na Vila de Maromba, onde é a parada do ônibus. É um lugar nas montanhas, com cachoeiras e trilhas.
O que não faltam são lugares especiais, o primeiro que visito sempre é a cachoeira do escorrega. A água é geladíssima, mas com sol encaro, para lavar a alma.
Caminhando um pouco mais, chego até macacos e macaquinhos ... Sempre merecem uma visita.
A cahoeira do marimbondo também é imperdível, fica no vale do pavão - aliás mais um belíssimo lugar, com muitas opções de hospedagem. Muitos bem animados caminham desde maringá até a cachoeira, mas precisa muita disposição, pois são 2 horas de caminhada íngreme, em estrada, mais uns 15 minutos de descida de trilha até a cachoeira. De minha parte, vou de carro até uma parte (a mais íngreme)  e depois caminho uns 45 minutos até a cachoeira, acho que já é uma boa caminhada.
essa água é um gelo, também. E tem que ser visitada até o meio dia, depois .... fica difícil entrar nessa geladeira. Mas e essa cor? linda demais.

domingo, 28 de março de 2010

Salvador/Praia do Forte

Preparando a viagem: primeiro ia comprar pacote com a cvc porque achei que ficaria mais barato. Engano meu. Consultei a gol e azul - as duas mais baratas. Azul sai somente de Viracopos, tem ônibus gratis na barra funda, mas é preciso chegar cedo para garantir que pegará o avião. Consultei a Gol com saída de congonhas mais custa 120,00 a mais por pessoa. O melhor custo benefício ficou com a gol saindo de guarulhos. Pela azul gastaria 40,00 a menos por pessoa fora o transporte até o aeroporto. A decisão ficou por cumbica pelos horários de vôos - bem melhores que a azul. Um pacote pela cvc com 7 noites em hotel confortável sai por 1245 por pessoa (preço para saída em 22/05/10). A passagem aérea ida e volta saiu 372,50 por pessoa.

Comecei a procurar lugar pra ficar na praia do forte, mas um amigo me disse para eu ficar em Imbassaí que é menos muvucado. Fui na idéia dele, tentei o indicado que é o Resort Costa dos Coqueiros, mas estava lotado, então optamos por Hotel Pousada Imbassaí. O valor do apto luxo ficou em 750,00 por 5 noites com café da manhã.
Aluguel de carro: opção por econômico com um pouco de conforto - ar condicionado e direção - custo 560,00 por 8 dias. preço bom. Retirada e devolução no areroporto - pela speed way o preço chegou a ser 20% menor que as grandes locadoras.
Colocando a passagem, as 8 diarias de locação e as 5 diarias de hotel, ainda sim ficou menor que o valor cobrado por 7 dias no pacote somente com traslado e hotel.  acrescentando as 3 diárias ficará uns 10% a mais, mas com o conforto do carro.

Chegada em Salvador dentro do previsto e o carro estava nos esperando. Hoje em dia as maquininhas de cartão de crédito facilitam muito a vida, tudo rápido prático e em pouquíssimo tempos estávamos na estrada do coco - linha verde - rumo a imbassaí. A estrada é boa, duplicada por uns 40 km, com um pedágio de R$ 7,00, mas mesmo como pista dupla é bem tranquila e sinalizada.

Chegamos em imbassaí  logo fomos conhecer a praia. Para chegar a praia atravessamos um rio, que na baixa não passa dos joelhos. É um paraíso.

No dia seguinte fomos a praia de Santo Antonio. O acesso é pela linha verde no km. 71 tem uma placa pequena indicando santo antonio, por isso é bom dirigir devagar para não passar. O acesso é pelas dunas com um cascalho de coco colocados para fazer a trilha, dá pra passar inclusive com o celtinha que alugamos. Estacionamos o carro na vila e andamos uns 200 metros até a praia. Paraíso!!! Ficamos na barraca do Sergio, lugar simplíssimo, mas com tudo muito bem feitinho. A moqueca de peixe com lagosta, foi a melhor e por R$ 60,00 uma farta porção. O bolinho de peixe não perde para o tradicional de Flor da Liz. A praia é um paraíso mesmo. Viajar fora de temporada é a melhor coisa, só o barulho do mar, aquela paisagem e nós na praia e muito bem atendidos.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

INCONCRETIZAÇÕES

por Ginny Manning
(Virginia Ray Manning)

Nunca ter visto aqueles campos da França,
as cicatrizes de sol nas montanhas da Sicília,
ou as planícies marrom-amareladas da Espanha
— tudo isto me deixa por dentro uma dor infinda.

Nunca sentir de perto as brumas da Escócia,
as sempre abrasadoras pirâmides do Egito,
ou as pulsantes selvas ao longo do Amazonas
— tudo isto me traz lágrimas de tristeza.


Nunca haver tocado o rico solo da Irlanda,
a multifária beleza da Malásia e do Tibet,
ou os mui duradouros mistérios do México
— tudo isto me aumenta a solidão interior.


Nunca haver vencido os altaneiros Andes,
nem ter perambulado pelas estepes russas,
ou visitado as sete colinas históricas de Roma
— tudo isto são apenas desejos não cumpridos.


Nunca ter explorado as vastidões antárticas,
nem pradarias crestadas pelo sol da África
ou os belos confins desertos da Austrália
— tudo traz o senso de destino não cumprido.


Nunca ter provado os prazeres do Oriente,
os frutos proibidos das Ilhas Oceânicas,
nem os fartos tesouros das ilhas gregas
— tudo isto é uma vida ainda não consumada.


Nunca haver bebericado vinho em Portugal,
ou tomado o rum cor-de-mel de Barbados,
nem provado os ricos cafés em Madagascar
— tudo isto é privação maior dos sentidos.


Nunca ter ouvido os sons de Londres,
ou a multifária cacofonia das Américas,
nem o tranqüilizante murmúrio dos oceanos
— tudo é um mundo inacabado, por descobrir.